quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Mistério, lama deixa cientistas da Nasa perplexos. Mystery, mud leaves perplexing NASA scientists.

Boa noite ovelhinhas !

Vamos de curiosidades : 

Ilha surgiu perto de Tonga há três anos, dando aos pesquisadores uma ideia de como a flora e a fauna se desenvolvem em novos territórios .

Cientistas da Nasa foram conferir a ilha vulcânica surgida no oceano ao redor de Tonga, ao Sul do Oceano Pacífico, há apenas três anos e descobriram que está coberta por uma lama pegajosa e misteriosa, além de vegetação e vida animal.
A ilha entrou em erupção a partir de um vulcão submerso no início de 2015, e permanece sem nome, mas costuma ser tratada por Hunga Tonga -Hunga Ha’apai, que são os nomes das duas ilhas vizinhas.
Dan Slayback, do Centro de Voo Espacial Godard, da Nasa, descreveu suas descobertas para o blog da Nasa.
“Realmente me surpreendeu como era valioso estar lá pessoalmente para algumas das coisas que vimos”, disse Slayback.
A ilha é uma das mais novas do mundo dos últimos 150 anos e das poucas que sobreviveram por mais de alguns meses.
 Até outubro, a equipe do Centro de Voo Espacial Godard, da Nasa, vinha acompanhando seu desenvolvimento apenas por meio de imagens de satélite e seu aspecto era de uma praia de areia preta.
Na verdade o terreno é de cascalho do tamanho de uma ervilha, o que dificultou a caminhada dos exploradores na visita que fizeram no fim do ano passado.
 A vegetação, que já começa a criar raízes, provavelmente foi semeada pelos pássaros que sobrevoam o local e que também já começam a se instalar, como uma coruja -das -torres (Tyto Alba).

“Nas imagens de satélite, você vê essa lama de barro de cor clara.
É muito pegajosa.
 Então, mesmo que tenhamos visto, não sabemos realmente o que é, e ainda estou um pouco confuso de onde está vindo.
Porque não é cinza.”
Amostras de rochas foram coletadas para análise de minerais, e uma unidade de GPS de alta precisão e um drone foram usados para estimar a elevação da ilha e examinar mais de perto a nova terra desabitada.
 Um mapa em 3D de alta resolução será feito agora na ilha, e Slayback e sua equipe pretendem retornar ainda este ano para um estudo mais aprofundado.
As estimativas iniciais sugerem que a ilha pode sobreviver até 30 anos, antes de sucumbir às pressões do oceano.












Vegetação que cresce na nova ilha de Tonga. (Crédito: Dan Slayback)

Dan Slayback, pesquisador da Nasa, em visita à nova ilha em Tonga. (Crédito: NASA)


Vamos para ilha suurfar só que não rs

Tonga (pronúncia em português: [ˈtõgɐ]; pronúncia em inglês: [ ˈtɒŋə] ), oficialmente Reino de Tonga,(em tonganês: Pule'anga Fakatu'i 'o Tonga; em inglês: Kingdom of Tonga) é um país da Oceania, integrante da Polinésia e formado pela união de 177 ilhas de mesmo nome, também conhecidas como Ilhas Amigáveis.
Através de seu território marítimo, faz fronteira ao norte com o território ultramarino francês de Wallis e Futuna e com Samoa; a nordeste com a Samoa Americana; a leste com os territórios de Niue e das Ilhas Cook, pertencentes à Nova Zelândia; e a oeste com Fiji.
 Ao sul, as ilhas mais próximas são as Kermadec, também sob domínio da Nova Zelândia.
Sua capital é Nuku'alofa, que também é o seu principal centro urbano.
Com uma área de 747 km², Tonga é o 172.º maior país do mundo em área territorial.
Sua população é ligeiramente superior aos 100 000 habitantes, colocando o reino na 178.ª posição entre os países mais populosos e resultando numa densidade demográfica de 153 hab./km².
O arquipélago de Tonga foi descoberto e explorado pelos holandeses Willem Schouten e Jacob Le Maire, em 1616. Em 1900, o território tornou-se um protetorado britânico.
Em 1970, foi concedida a independência à ilha, que se tornou membro da Organização das Nações Unidas (ONU), do Secretariado da Comunidade do Pacífico — antes chamado de Comissão do Pacífico Sul — e do Fórum das Ilhas do Pacífico. O reino é uma monarquia constitucional, chefiada pelo rei Tupou VI, no poder desde 2012.
Em muitas línguas polinésias, a palavra "Tonga" significa "sul". 
 Provavelmente, o arquipélago recebeu este nome devido à sua localização ao sul das ilhas de Samoa. No entanto, para os tonganeses o nome de seu país significa "jardim".

A inteligência secreta das plantas. The secret intelligence of plants.

Boa tarde ovelhinhas !

Vamos nos conectar com a natureza, ela se comunica de forma peculiar somente quando amamos conseguimos a verdadeira conexão.  
Elas têm vidas paralelas.
 Fazem fofoca, planejam vingança, querem fazer amor e podem se tornar guardiãs da sua casa no futuro.
Elas não têm nenhum neurônio. 
Jamais completarão um teste de QI. 
Mas não há dúvidas: evolutivamente falando, as plantas estão entre os seres vivos mais inteligentes da Terra.
 Por trás da aparência imóvel, imperturbável, quase blasé perante a intensidade do mundo animal, está uma vida secreta e extremamente complexa que o reino vegetal foi capaz de desenvolver sem tirar os pés do chão.
Plantas não assinam contratos  nem tecem acordos, mas aprendem a dividir recursos e mediar os conflitos que surgem com a vida em sociedade.
Elas nunca aprenderam matemática, mas são experts em resolver problemas. 
Jamais apanharam no recreio, mas sabem como ninguém planejar uma vingança  e até como desequilibrar uma briga com a ajuda de amiguinhos mais fortes.
Das mais altas figueiras às pequenas suculentas que você cultiva no vaso, todas as plantas são máquinas de vigilância constante. 
Cada folha e raiz colabora para uma análise detalhada do ambiente, capaz de captar sinais que os nossos sentidos jamais teriam condição de perceber.
 Aqui você vai conhecer as criações mais sublimes da inteligência vegetal: de idiomas próprios até mecanismos ocultos que permitem guardar lembranças do passado. 
Então não fique aí plantado: leia até o fim.

Elas conversam e brigam, por baixo da terra:

Plantas lutam pela casa própria. 
Um pedaço de chão para chamar de seu é essencial: folhas precisam garantir seu lugar ao sol, raízes exigem sombra e água fresca.
 Quando o espaço é tão importante, é preciso organizar a convivência.
 Para isso, pés de milho desenvolveram uma linguagem própria, transmitida por meio de substâncias químicas nas raízes. 
Elas servem para avisar a plantação inteira de perigos e também como documento de identidade.
Se a “assinatura química” de uma planta é diferente da secretada nas raízes da maioria, o forasteiro vira alvo de fofoca.
 Sua presença é denunciada a toda a plantação e o povo local não é nada hospitaleiro: na hora de crescer, se recusa a ceder espaço à planta de fora.
O idioma também serve para comprar briga e exigir que um desafeto cresça mais para longe. 
Um pé de milho enfezado com a comunidade é capaz de crescer mais rápido só para conquistar um pedaço de solo mais espaçoso sozinho.

Elas as vezez são melhores que um cão de guarda:

Plantas são verdadeiros sensores multimídia.
Estão o tempo todo monitorando a fonte de água mais próxima, a duração dos dias, a qualidade da luz e que tipo de microrganismo vive nas proximidades.
Por isso mesmo, elas podem se tornar o verdadeiro melhor amigo do homem  pelo menos em termos de saúde e prevenção de doenças.
Plantinhas de vaso, como as que você tem em casa, têm uma espécie de superolfato.
 Elas conseguem identificar compostos voláteis, produzidos pelo metabolismo de microrganismos, como se fossem perfumes.
 Graças a esse “cheiro” imperceptível para nós, elas sabem quando fungos e bactérias estão próximos.
Pensando nisso, pesquisadores da Universidade do Tennessee, nos EUA, querem criar smartplants: plantas capazes de avisar quando há mofo ou um excesso de
E. coli se desenvolvendo na sua residência.

A princípio, qualquer planta branca pode fazer o serviço.
 De acordo com os testes feitos pelos pesquisadores, bastam duas microedições genéticas  básicas para criar uma parede viva detectora de micróbios.
A primeira alteração necessária foi feita para turbinar o “olfato” natural das plantinhas.
Num estudo, os pesquisadores tornaram a Nicotiana tabacum, planta do tabaco, dez vezes mais reativa aos microrganismos.
Assim, a capacidade dela de reagir à presença deles ficava bem maior.
 Mas isso de nada adianta se o dono da planta não conseguir falar a língua dela.
E é aqui que entra a segunda modificação, feita para tornar a detecção visível.
Alterando um trechinho de DNA, os cientistas fizeram com que o vegetal produzisse  proteínas laranja fluorescente toda vez que vislumbrasse organismos problemáticos por perto.
O próximo passo é baratear e padronizar essas modificações  talvez em alguns anos você se lembre desta reportagem ao adquirir  o seu primeiro smartlírio.

Plantas têm boa memória:

Quem descobriu um dos misteriosos mecanismo de memória das plantas foi a geneticista Caroline Dean – tudo graças a uma muda de tulipas. 
“Fui a uma floricultura e o vendedor me disse:
 ‘Não se esqueça de colocá-las na geladeira por seis semanas antes de plantar!’”.
Tulipas exigem um processo conhecido como vernalização ou exposição prolongada ao frio. 
Quando o calor retorna, a planta floresce mas só se ela tiver lembrança de ter passado por um inverno. Dean achou a história curiosa afinal, memória é um mecanismo sofisticado.
 Plantas não têm sistema nervoso para processar a sensação de temperatura, nem cérebro para armazenar lembranças.
Mesmo assim, era inquestionável: as plantas claramente sabiam que tinham passado por semanas de frio. 
“A memória das plantas é muito estável”, conta Caroline.
 “Se você corta um pedacinho, e deixa que ele se desenvolva em uma nova planta inteira, a memória é transmitida e a nova mudinha vai florescer ao mesmo tempo que a anterior, lembrando-se do mesmo frio”.
A menos que a memória da planta registre as estações e suas mudanças, ela não floresce  por uma questão de cautela. O florescimento é a puberdade vegetal  e não tem mais volta.
 Depois que ela começa, as plantas gastam a maior parte da sua energia como os adolescentes: pensando naquilo.


Elas querem mesmo é fazer amor :

Plantas esperam ansiosamente pelo momento de florir. Flores, afinal, são seus órgãos sexuais. 
Ao primeiro sinal de primavera, surge uma explosão cheia de cores , vigor e amor.
O sexo ideal para boa parte das plantas é a três: a muda que produz o pólen depende de um intermediário, um inseto ou pássaro, para alcançar a desejada flor em outra planta.
 E é aí que a competição fica acirrada. 
As flores tentam eclipsar uma à outra e se tornar irresistíveis ao polinizador.
Em poucos casos essa avidez fica tão clara quanto no da Cannabis.
 Ansiosa por atrair pólen para si, a planta da maconha desenvolve flores grandes na expectativa de ser fecundada. 
Se dá certo, o foco passa a ser na produção de descendentes, as sementes. 
Se a paquera falhar, porém, a Cannabis segue a pavonear-se com suas flores.
É precisamente nelas que está a maior concentração de psicoativos, as substâncias que tornam a maconha uma droga recreativa.
 Como você pode imaginar, portanto, alguém que cria maconha tende a selecionar fêmeas com mais e mais flores  evitando a polinização.
Como resultado, a Cannabis moderna se tornou um planta de flores gigantes, num esforço hercúleo para se reproduzir mas sempre sexualmente frustrada.

Plantas são vingativas e fofoqueiras rs :

Vegetais maltratados não esquecem nem perdoam.
 Árvores grandes como as macieiras dão o troco quando são atacadas por insetos. 
Elas lançam aos céus um pedido de ajuda olfativo: produzem moléculas aromáticas, perfumes que anunciam às aves da região que o almoço está servido.
 Os pássaros se esbaldam nos ingênuos insetos, que não se dão conta da armadilha deste potente  vilão vegetal.
Outras árvores não dependem de delação premiada  não deduram para se salvar, vingam-se com as próprias armas. 
Cerca de 10% das plantas com flores produz látex. 
Na figueira e na seringueira, essa substância leitosa é pacífica: serve para emendar as feridas no caule, como uma cola cirúrgica.
 Mas o látex pode ser usado como uma ferramenta muito mais brutal.
 Arbustos e suculentas do gênero Euphoria são um exemplo especialmente bárbaro.
 Eles produzem um látex com pouca vocação para primeiros socorros ele demora muito para secar e endurecer. 
Exatamente por ser gosmento é que ele se torna útil.
 Quando as suculentas detectam um ataque de insetos, começam a produção de meleca. 
Quando dão por si, os bichinhos já estão envoltos em líquido viscoso, e não conseguem se mexer.
Só então a planta dá seu golpe final e acrescenta um último ingrediente à poção grudenta: veneno.
Ele se espalha pelo látex como uma gota de corante na água.
E está completo o extermínio coletivo.

Apocalipse zumbi: algumas ressuscitam:

Trigo, arroz, milho: toda a família dos cereais tem sementes muito resistentes.
 Podem perder 95% da água em suas células e sobreviver. 
Cereais adultos, infelizmente, são bem menos durões. 
Não precisava ser assim: o DNA de qualquer planta ainda guarda as propriedades que ela possuía como “recém-nascida”, só que dormentes. 
Há exceções (precisamente 135 plantas) que nunca abandonam sua criança interior.
 Elas resistem à desidratação intensa por meses  até anos. 
Ao menor sinal de água, revivem em questão de horas. Por esse feito, recebem o nome de Ressuscitadoras.
 ”Elas usam exatamente os mesmos genes que uma semente, só que nas folhas, no caule, em tudo”, diz Jill Farrant, da Universidade da Cidade do Cabo.
 Ela acredita que essas plantas guardam a chave para religar os mesmos genes em outras espécies e torná-las mais duronas.
 Mais dia, menos dia, pode ser que a inteligência das plantas esteja salvando economias mundo afora. Afinal, 9 em cada 10 calorias que você come vêm do trigo, do arroz e do milho.

Flores escutam tudo inclusive o som das abelhas !

Já dizia a música de Marvin Gaye, em 1965: “How sweet it is to be loved by you”…
 Ou “como é doce ser amado por você”.
 As abelhas talvez se identifiquem com esse refrão.
Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, concluíram que as flores produzem um néctar mais doce que o habitual quando detectam o zumbido de abelhas se aproximando como se estivessem, de fato, escutando.
A dose extra de doçura, claro, não é apenas questão de romance. 
É uma estratégia de sobrevivência: ajuda a atrair esses insetos que, no processo de beber de flor em flor, acabam fazendo a polinização entre as plantas, garantindo sua reprodução.























Amo vocês boa leitura , preservem a natureza .